O Supremo Tribunal Federal derrubou a obrigatoriedade do diploma em jornalismo. O ministro Gilmar Mendes, relator no caso, defende que os próprios meios de comunicação façam uma autorregulação.
Claro que jornalista não é um ser superior que merece reserva de mercado. Conheço profissionais formados em economia, direito e ciências sociais, por exemplo, que obviamente são excelentes repórteres da área em que atuam.
Parece-me apenas que não está claro se o Supremo mantém a obrigatoriedade do jornalista ter algum curso superior. Se não exigir, parece pouco razoável para um país que pretende incentivar a educação e o aperfeiçoamento. E a uma boa imprensa passa pela qualificação do jornalista. Ou perde mais o leitor.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
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