Prorrogar ou não a isenção do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para carros, eletrodomésticos e material de construção parece um dilema para o governo.
O comércio e a indústria realmente se beneficiaram: as vendas cresceram e algumas montadoras, por exemplo, até recontrataram demitidos.
Mas a arrecadação do governo desaba há 7 meses seguidos. Nos corredores do Centro Cultural Banco do Brasil, onde a presidência da República trabalha até o fim da reforma no Palácio do Planalto, parece cada vez mais forte a tese de que o IPI vai voltar sim, mas aos poucos.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
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